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ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

 CONVOCATÓRIA

 

Nos termos dos Estatutos convoco os colegas a reuniram-se em assembleia-geral ordinária, no Colégio, no dia 11 de Novembro de 2017, pelas 10,30 horas, com a seguinte


ORDEM DE TRABALHOS


Ponto 1 – Apreciação e votação do Relatório e Contas da Gerência referentes ao Exercício de 2016/2017 e do parecer do Conselho Fiscal;

Ponto 2 – Outros assuntos de interesse para a Associação.


Lamego, 28 de Setembro de 2017


O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Manuel José Pinto de Sousa


Nota: A seguir à reunião terá lugar, como é habitual, o almoço. Agradece-se aos colegas que queiram participar no almoço o favor de se inscreverem com antecedência.


Telemóveis para marcação:

Adriano Lacerda – 965811886

Venâncio – 969884733

Pedro Martha – 937083908

Artur Saraiva Pinto -  967043770

José Alberto Soares Marques - 917509199

Manuel Pinto Sousa – 939558610

Paulo Dolores - 917510252

 


 

  

35.º Aniversário: Uma imagem vale mais que mil palavras!

Clique na fotografia para ver a reportagem fotográfica...


 

Atividades Culturais

Sob a orientação da Associação dos Antigos Alunos do Colégio de Lamego (A.A.A.C.L.), e com a prestimosa colaboração da Câmara Municipal de Tarouca, no mês de outubro foi levada a efeito uma sessão cultural de cariz monástica/beneditina.
A realização do evento teve lugar no Auditório Adácio Pestana que, simultaneamente, englobou uma exposição de pintura, da autoria do monge beneditino Pe. Paulino Luiz de Castro, subordinado ao tema "HOUVE UM HOMEM BENTO".
Usaram da palavra: Pe. Avelino Martins da Silva (osb) diretor do Colégio de Lamego e antigo aluno, Dr.ª Amélia de Albuquerque, Dr. José Pessoa e o autor da obra.
Este acontecimento cultural já foi levado pela A.A.A.C.L., às seguintes localidades:
- Lamego (2 vezes), Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Resende, Armamar, Barcelos, Mondim de Basto, Braga, Santo Tirso, Porto, Vila Nova de Foz Côa e agora na cidade de Tarouca.

A A.A.A.C.L. patrocinou a publicação de um livro explicativo das pinturas cujo título também é "HOUVE UM HOMEM BENTO".

A A.A.A.C.L. tem também outra exposição, esta fotográfica, de um antigo aluno, Dr. Dinis Cortes, intitulada "DOURO PATROMÓNIO NATURAL".
A mesma já visitou:
- Lamego, Peso da Régua, Armamar, Mesão Frio, Sande (Lamego) e Vila Nova de Foz Côa.
Sobre os temas expostos, palestrou sempre com brilhantismo o seu autor e querido amigo Dr. Dinis Cortes.
É justo dizê-lo que todas estas manifestações culturais, terminaram sempre com um porto de honra generosamente oferecido pelo vice presidente da A.A.A.C.L., Dr. Pedro Martha e pelas entidades que tão bem nos têm recebido. "BEM HAJAM".
Com estas iniciativas, todos vamos saciando as saudades "DO VELHO CASARÃO DA ORTIGOSA".
 
As exposições referidas podem ser apreciadas na antiga e saudosa "CASA DA QUINTA", agora recuperada e com o novo nome de "GALERIA BENEDITINA".
 
Mais se informa que a sede da Associação dos Antigos Alunos do Colégio de Lamego (AAACL) terá lugar nesse novo espaço que será inaugurado no próximo dia 27 de Maio, aquando da festa do Antigo Aluno 2017.

Homenagem a D. Valdemar Pires, o.s.b.

 pe valdemar

 

Gostava de começar por fazer dois agradecimentos e ler uma mensagem do Exmo. Sr. Eng. José Balça, antigo aluno do Colégio:

Ao Padre Policarpo agradeço o ter-me partido o bife, sem os colegas perceberem que eu não o conseguia fazer; o ter-me espalhado “herodoide” nas canelas, depois dos jogos de futebol; a atenção com a medicação, sempre certinha, quando estava doente; o aconchegar a roupa nas noites frias na camarata dos pequenos; os castigos, justos, quando fazia asneiras!

Agradeço, também, essa memória prodigiosa, que guarda as nossas histórias de meninos, com pormenores que já esquecemos, mas que nos transportam ao passado vivido neste Colégio que é de todos nós, mas construído por vós, Monges Beneditinos. Ao Padre Policarpo agradeço a preocupação, o carinho e o afecto dispensados a todos nós.

Ao Padre Matias e, ao saudoso Padre Jorge, agradeço os treinos de voleibol e tudo o que nos ensinaram através do desporto. Treinamos durante horas, dias, semanas, meses e anos. Ao sol e à chuva. Vivemos alegrias e tristezas, sucessos e fracassos. O desporto de competição preparou-nos para a vida: a importância do esforço e do trabalho em equipa para alcançar os objectivos. Experimentamos os nossos próprios limites. Testamos o controlo das emoções. Aumentamos a confiança em nós próprios.

O Padre Matias foi o grande impulsionador do voleibol no Colégio de Lamego, junto de sucessivas gerações. Trata-se de uma obra que merece o reconhecimento de todos nós, da cidade de Lamego e do país. Parabéns. 

O Zé Balsa, na impossibilidade de aqui estar presente pediu-me para ler esta mensagem ao Padre Valdemar:

Durante a vida, conheci muitas pessoas, mas somente algumas ficaram para sempre na memória: São os Amigos.

Por vezes, pelo simples facto de terem dito uma simples palavra de conforto quando precisei, por terem disposto de um minuto da sua atenção, por ouvirem as minhas angústias, medos, vitórias, derrotas.

Isto é ser amigo: ouvir, confiar e amar o próximo.

E os amigos de verdade ficam para sempre nos nossos corações, assim como as pegadas na alma que são indestrutíveis.

O Amigo Padre Valdemar foi uma pessoa muito especial e importante na minha passagem pelo colégio: sempre pronto a ajudar, não importando quem.

Obrigado Padre Valdemar

Quando me pediram que vos falasse do Padre Valdemar, não adivinhei dificuldades, porque pensei na nossa turma do 7º ano de escolaridade, aqui hoje tão bem representada e pareceu-me fácil testemunhar o quanto o Padre Valdemar marcou cada um de nós.

Pensei no Monge Beneditino, que respondendo a um chamamento profundo de Deus, dedicou a vida ao serviço dos outros, no mais completo desprendimento dos bens materiais e na simplicidade da vida monástica.

Pensei no Monge Professor, que se dedicou, durante anos, com competência e empenho, ao ensino do Francês. Aguçou a nossa curiosidade pela pátria da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Valores que num Portugal acabado de sair da Revolução de Abril, ainda eram novidade para todos nós.

Pensei no Monge Perfeito, encarregado pela nossa educação. Disponível 24 horas por dia. Escutou com atenção as nossas dúvidas, próprias da adolescência. Esteve atento às nossas dificuldades. Preocupou-se com os sarilhos em que frequentemente nos envolvemos. Acompanhou o nosso estudo. Vigiou o nosso sono.  

Pensei no Monge Missionário que partiu para Angola, numa época de incertezas e inseguranças com a convicção da necessidade do seu sacrifício para o serviço de Deus e do próximo.

Dito isto, e é tanto, (porque se trata da vida de um Homem ao serviço de Deus e dos outros Homens); ainda ficou a sensação de que o essencial, o importante, estava por dizer.  

Na verdade, quando recordo o Padre Valdemar penso no Monge Amigo.

Viajo até à adolescência. Numa idade em que os jovens aparentam muitas certezas, não assumem as dúvidas, acreditam em verdades absolutas e estão a afirmar-se perante os outros.

Recordo as intermináveis discussões, sobre o 25 de Abril, a descolonização, os retornados, as raparigas. Discutíamos sobre tudo e sobre nada: as saídas à cidade, as autorizadas e as não autorizadas, a disciplina, os estudos e a língua francesa. (Até futebol discutíamos, eu benfiquista convicto, ele portista iludido, coitado?!).

Francamente não me lembro das nossas opiniões e pontos de vista. Não sei onde concordávamos e discordávamos. Nem sei porque discutíamos. Mas sei que o fazíamos frequentemente.

Demorei muito tempo a perceber porque é que nesses debates o Padre Valdemar estava sempre muito calmo, porque prolongava indefinidamente a discussão. Porque falava tanto dos franceses, de outras mentalidades e de outras perspectivas.

Só mais tarde compreendi que quando discutíamos, não pretendia impor-nos a sua opinião. Afinal o objectivo era mostrar-nos outras perspectivas, outras mentalidades e horizontes que desconhecíamos, num Portugal que ainda não sabíamos ser atávico e salazarento, mas que ele queria livre e moderno.

Penso que o nosso Amigo Valdemar, que é Monge, tem duas características que o definem: a tolerância e a descrição.

A tolerância traduzida na infinita capacidade para ouvir os jovens, esforçando-se para compreender os seus sentimentos, as suas emoções, o seu estado de alma, mas também a determinação em lhes rasgar horizontes, quebrar tabus e ultrapassar preconceitos. A aceitação do outro, como ele é, na sua individualidade

A descrição própria do Amigo que, consciente do muito que fez por todos nós, humildemente, nunca pediu nada em troca e sempre recusou gestos de agradecimento.

Na verdade, só depois de muita insistência aceitou estar aqui presente. E se o fez não foi para ser homenageado, mas para conviver com todos nós, os que fomos, em algum tempo, passado ou presente, “os côdeas”, como ele chamava e ainda chama aos seus pupilos.

Obrigado, Padre Valdemar.  

Dr. José Parente (ex-aluno)

31 de Maio de 2008

AOS FINALISTAS

Caro aluno do Colégio de Lamego:

Brevemente terminarás uma importante fase da tua vida de estudante que vai ser determinante para o teu futuro como cidadão e como profissional.

O Colégio fará sempre parte da tua vida e à medida que nela fores avançando não deixarás de recordar os tempos presentes, as coisas boas, mas também as menos boas, as aulas, os exames que correm bem e os que correm mal, as brincadeiras, os jogos, os teus colegas, os teus professores, os senhores padres e restantes colaboradores.

O Colégio é isso mesmo. É esse conjunto de pessoas e de vivências que hoje dá conteúdo à tua formação e que te acompanhará no futuro.

Não deixarás nunca de ser aluno do Colégio de Lamego. No final do presente ano lectivo subirás um degrau e passarás a antigo aluno do Colégio de Lamego. Mas sempre aluno…

Os antigos alunos também fazem parte do Colégio, prolongando-o e dignificando-o na sociedade, no âmbito das actividades desenvolvidas por cada um de nós.

Por isso mesmo venho convidar-te a inscreveres-te na AAACL – Associação dos Antigos Alunos do Colégio de Lamego, que tem como “objectivo principal o de manter e revigorar os laços de solidariedade que unem todos os antigos e actuais alunos do Colégio”.

 A AAACL precisa de ti e dos teus actuais colegas. A sua continuidade e o seu futuro, enquanto associação, dependem de vós.

Por isso os sócios da AAACL deliberaram isentar do pagamento da jóia e do pagamento de quotas, durante os primeiros 5 anos, os actuais alunos que se inscreverem na associação aquando da sua saída definitiva do Colégio.

Estou certo de que aceitarás o meu convite. Não tem quaisquer custos e bastará que preenchas a ficha de inscrição que junto e que a entregues na secretaria do Colégio.

Desejo-te um bom final de ano lectivo e uma vida inteira de sucessos.

Um abraço dos Orgãos Sociais da A.A.A.C.L.

 
 

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